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Liniker ressignifica memórias musicais e romance no videoclipe de "Baby95", segundo single do seu primeiro disco-solo

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09/06/2021 20h42 Atualizada há 2 dias
Por: Miquel Souzza Fonte: Assessoria de Comunicação.
Reprodução / Imprensa. - Camila Tuon
Reprodução / Imprensa. - Camila Tuon

Foi preciso descascar o medo pra caber coragem. Foi preciso despir-se - sem ponto, sem vírgula, sem meia, descalça. E, após um processo imersivo, Liniker lançou o primeiro single da sua carreira-solo, "Psiu", em outubro de 2020. Oito meses depois, a cantora e compositora paulista coloca no mundo a nova música "Baby95", que é responsável por apresentar as nuances e texturas que estarão presentes em seu disco - previsto para o segundo semestre de 2021. A faixa chegou hoje nos aplicativos de streaming e acaba de ganhar um videoclipe no YouTube, estrelando Liniker e David Newton e com direção de Camila Tuon e Gabiru. 

"'Baby95' é uma canção que renova o trato com todas as referências musicais que eu tive e acessei no âmbito familiar", afirma Liniker. Nascida em Araraquara, no interior de São Paulo, ela se refere ao contato que teve com a arte dentro de casa, um ambiente em que o samba e o pagode eram bastante presentes. "Muitas pagodeiras e pagodeiros encontraram no R&B um caminho para traduzir o romance na nossa língua. Daí, veio a minha vontade e inspiração para ressignificar o que eles já faziam nos anos 1990. A produção musical do Julio Fejuca e do Gustavo Ruiz colaborou muito nesse sentido. Eles abordaram cada detalhe daquele universo, partindo da linguagem e atualizando para o agora", ela complementa.

A nova música chega no mesmo mês em que Liniker estreia a sua carreira de atriz. Ela vive a protagonista, Cassandra, em "Manhãs de Setembro", série que chega no Amazon Prime Brasil no dia 25 de junho. Essa pluralidade artística, inclusive, é algo que se tornará cada vez mais presente na trajetória da artista. "Eu sou feita de misturas, de camadas e muitas coisas me inspiram. Seria injusto para o meu processo artístico me dedicar apenas a um único tipo ou estética musical. Eu me dou bem na multiplicidade. Não é nem questão de se dar bem, na verdade, acho que eu estou mais disponível a investigar coisas e formas", finaliza.

 

                                                                 

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