Segunda, 02 de Agosto de 2021
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Tagore conclui a apresentação de seu próximo disco jogando para os astros

“Capricorniana”, produzida por Pupillo, embarca na astrologia e na psicodelia nordestina no último single antes do lançamento de "Maya"

16/07/2021 05h36
Por: Miquel Souzza Fonte: Assessoria de Comunicação.
Reprodução / Imprensa.
Reprodução / Imprensa.
O cantor e compositor pernambucano Tagore Suassuna, ao lado do parceiro e produtor João Cavalcanti,  já havia flertado com a astrologia lá no início de sua carreira, há dez anos, quando falou de um relacionamento entre dois arianos em “A Saga dos Carneiros”, em seu primeiro EP, "Aldeia". Mas “Capricorniana”, último single de seu próximo disco, é uma jornada ainda mais profunda.
 
“Essa bolha astrológica precisava ser revisitada”, explica Tagore, dizendo que é uma das poucas músicas do próximo disco que fazem  referência à sonoridade mais nordestina, de artistas como Ave Sangria, Alceu Valença e Geraldo Azevedo. Um baião elétrico, “Capricorniana” descreve diferentes mulheres de cada signo do zodíaco (“Se chora por nada é canceriana, se mora no espelho, ela é leonina”), ao mesmo tempo em que concentra-se na personagem-título, que não diz quando ama. 
 
A faixa, que acaba de chegar às plataformas de música através do selo Estelita, conta com um clipe promocional. Com direção e roteiro de Fabrício Koltermann, o vídeo satiriza aqueles populares programas de auditório, nos quais o artista, para apresentar sua 'música de trabalho' ao grande público, acaba se submetendo a situações esdrúxulas ao participar de quadros e brincadeiras de gosto duvidoso.

Composto entre 2017 e 2019, "Maya" finalmente chegará aos ouvidos do público em 2021, depois que Tagore lançou quatro singles - “Drama”, ao lado do guitarrista dos Boogarins, Dinho Almeida, “Tatu”, “Olho Dela” e "Capricorniana". Produzido pelo ex-baterista da Nação Zumbi, Pupillo Oliveira, um dos principais produtores do Brasil atualmente, o disco fala sobre a saudade e mostra um Tagore menos etéreo e mais pop, como dá para perceber pelas faixas já lançadas. Mesmo assim, elas não estão nem perto de mostrar a amplitude do disco, que tem referências de artistas tão diferentes quanto Céu, Air, Jorge Ben Jor e Tom Zé.
 
         
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