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Música Novidades:

Músico brasileiro que tocou com ícones da música faz carreira solo em Los Angeles

Com um vasto acervo de canções autorais e ainda inéditas, Douglas Felipe lança seu quarto trabalho, o EP instrumental "Não tenho o hoje, vou esperar o amanhã?

13/09/2021 às 00h17 Atualizada em 14/09/2021 às 17h30
Por: Miquel Souzza Fonte: Assessoria de Comunicação.
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Reprodução / Imprensa.
Reprodução / Imprensa.

Douglas Felipe vive e respira a música desde que abriu os olhos. Nascido e criado na Escola de Samba Inconfidência Mineira, em Belo Horizonte, teve suas primeiras referências  musicais, junto dos seus familiares.

Mudou para Bahia, integrou a Banda Olodum, rodou o mundo com os principais nomes do cancioneiro nacional e internacional e agora está totalmente entregue à sua poesia, que ao longo de quatro trabalhos lançados este ano, ressaltam diversos ritmos, principalmente os brasileiros.

A questão filosófica que dá título ao seu último lançamento, o EP instrumental "Não tenho o hoje, vou esperar o amanhã?", lançado no mês de agosto, nos canais de streaming,  faz uma provocação sobre o tempo, entre o hoje e o "dia que talvez não chegue".

Nesse sentido, uma das faixas deste trabalho se destaca pela homenagem ao aniversário de morte da sua mãe, a Dona Irene, mesmo ela estando viva. "A faixa traz uma melodia suave que faz refletir sobre um momento único e íntimo ao som do teclado, do trompete e do solo de baixo", descreve Douglas.

Esta é a quarta produção do músico, que estreou em fevereiro deste ano e já lançou dois álbuns – AFRO (com ritmos afro-brasileiros) e Soul da Pele (de gênero pop e swing dançante da música brasileira que contou com a produção de William Magalhães)  e um EP, Diante da Seca (com ritmos nordestinos).

A pressa em lançar suas canções e melodias autorais se dá pelo vasto acervo de músicas que Douglas ainda reserva e que, preocupado em não saber o dia de amanhã, corre para levar ao mundo sua poesia, muitas delas recebidas em sonhos, como ele diz, e, sobretudo homenagear ainda em vida seus entes queridos. No recente trabalho, Dona Irene recebeu do filho duas melodias.

"Eu tenho muitas composições prontas, criadas há décadas, como a homenagem ao aniversário da morte da minha mãe, que escrevi em 1997, enquanto tomava banho. Meu pai, tios e avós também receberam meu carinho através da música nos trabalhos anteriores.

Por isso não posso esperar o amanhã, porque talvez o amanhã não chegue, principalmente em tempos de Pandemia.

Eu sei que o direito de todo cidadão vivo é a morte um dia, então por que esperar partir para prestar uma homenagem? E se eu for antes?", provoca o músico.

O EP conta com músicas em ritmo de tango, duas delas gravadas na Argentina, entre outros gêneros brasileiros, como o baião, somados a uma pegada de jazz, 100% instrumental.

Ao lado de Douglas Felipe no teclado, participam os músicos Michael Pipoquinha no baixo, Felipe Alves na bateria, Marcus Suzano e Tião Lima  na Percussão, Paulo Calazans ao piano. A produção quem assina é Paulo Calasans e arranjo de Roberto Amerise.

Douglas Felipe rodou o mundo com músicos como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Carlinhos Brown, bem como Ziggy Marley, Inner Circle, Luke Dube, Björk, Maxi Priest, dentre muitos outros artistas. Em Los Angeles desde 2001, Douglas Felipe já trabalhou com artistas como Boom Shaka, Pato Banton e Elijah Rock. Estudou no Los Angeles Recording Workshop, tempo em que compôs novas canções world music.

 

Sobre Douglas Felipe

Integrou a banda Olodum entre 1993 e 1999  e com ela lançou cinco álbuns e rodou o mundo apresentando-se em mais de 80 países ao lado de bandas e músicos, dentre eles, Ziggy Marley, Inner Circle, Luke Dube, Big Mountain,: Sadao Watanabe , Carlos Toshiki , Björk, Isaac Hayes  e Maxi Priest. E com Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Sandra de Sá, Jorge Ben Jor, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Chico Science e Nação Zumbi. Como membro do Olodum, acompanhou a gravação do clipe “They don’t care about us”, na Bahia, lançado pelo rei do pop, Michael Jackson.

Em 1999, participou da turnê “Omelete Man”, como tecladista da banda do Carlinhos Brown. É parceiro do Carlinhos Brown, na canção “Vai Rolar”, incluída no disco “Bahia no Mundo – Mito e Verdade, de 2001, e sucesso na carreira do baiano.

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