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Bemti e Fernanda Takai vivem o "último dia" em videoclipe inédito de "Quando o Sol Sumir"

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24/11/2021 às 22h22
Por: Miquel Souzza Fonte: Assessoria de Comunicação.
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Reprodução / Imprensa. - André Polonis
Reprodução / Imprensa. - André Polonis

O mineiro Bemti chega, dia 24 de novembro, com o videoclipe do single “Quando o Sol Sumir”, que traz participação de Fernanda Takai. A faixa faz parte do segundo disco do artista, intitulado “Logo Ali”, selecionado no Natura Musical e lançado recentemente.

“Quando o Sol Sumir” traz composição de Bemti em parceria com a também mineira Roberta Campos, autora com mais de 20 músicas em trilhas de novelas, entre elas canções como “Minha Felicidade” e “De Janeiro A Janeiro”. A letra de “Quando o Sol Sumir” é um romance que brinca com a dualidade do “sol sumir” ser um simples pôr do sol ou um evento cataclísmico. 

O clipe apresenta Bemti e Fernanda Takai como um astronauta e um dinossauro que aproveitam o “último dia” em diferentes lugares e situações antes que o fim se aproxime. "A primeira ideia que tive para o clipe era uma animação com dois personagens que se divertem sem perceberem que estão à beira da extinção", conta o mineiro.

"Foi muito divertido adaptar a ideia inicial de uma animação para um clipe de 'carne e osso'. Ele tem essa pegada muito colorida e engraçada, mas assim como a música, é só parar pra prestar atenção que você percebe que tem um apocalipse à espreita. No final das contas é um clipe sobre aproveitar momentos valiosos ao lado de quem a gente ama, independente de qual seja esse vínculo. Espero que essa mensagem ressoe para quem assistir, principalmente num momento 'pós-apocalíptico' mas ainda cheio de incertezas como esse que estamos vivendo”, completa.

A equipe do videoclipe é formada por nomes do teatro independente de Belo Horizonte (MG), como o diretor e diretor de fotografia Kléber Bassa, o figurinista Luiz Dias e a diretora de arte Thálita Motta, que também divide a direção. Formado em Audiovisual pela USP, Bemti assina o roteiro e a montagem da produção. As locações apresentam lugares de Belo Horizonte, como o icônico Edifício Maletta, o Parque Roberto Burle Marx e o parque de diversões Casa do Sol.

Sobre a colaboração na faixa: “A Fernanda Takai teve um papel muito importante na minha tomada de coragem pra construir meu trabalho solo quando eu toquei viola caipira em um show dela em 2016! Quando eu e a Roberta Campos começamos a pensar em nomes pra convidar pra música, a Fernanda surgiu logo de cara e foi uma jornada muito linda desde eu tomar coragem pra fazer o convite até a música estar pronta. Só gratidão por essa troca! Deu toda a grandeza pra essa música que é sobre um amor tão imenso que continua existindo até depois do mundo acabar”, finaliza.

Com a presença de Hélio Flanders (Vanguart) no trompete, o arranjo inicia um jogo delicado entre o piano de cauda e a viola caipira de 10 cordas tocada por Bemti, até crescer para um som grandioso com influências de estilos como os de Bon Iver, Baleia, Mew e Sigur Rós.

Além de Fernanda Takai, cantora indicada ao Grammy Latino 2021 de Melhor Álbum Pop Contemporâneo, o segundo disco da carreira de Bemti, “Logo Ali”, ainda conta com participações especiais do paraense Jaloo, da baiana Josyara, do artista português Murais (membro da emblemática banda portuguesa Linda Martini) e do duo paulistano ÀVUÀ.

Entre os musicistas convidados estão Helio Flanders, Paulo Santos (do grupo Uakti) e Marcelo Jeneci, que co-produziu, toca e canta vocais de suporte na faixa “Livramento”, junto a Paulo Novaes, artista também indicado ao Grammy Latino 2021. Já nas composições, há colaborações com artistas como Roberta Campos, Barro, Nina Oliveira e Pedro Altério, membro do 5 a Seco (produtor musical do disco ao lado de Luis Calil, líder da banda Cambriana).

Em pouco mais de um mês, o disco “Logo Ali” já ultrapassou os 400 mil plays somente na plataforma Spotify. Alguns shows do novo disco já foram anunciados, entre eles um que acontecerá dia 8/12 no Studio SP Augusta, como parte da programação de reabertura da casa de shows.

Bemti foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura de Minas Gerais (LEIC), ao lado de Luiza Brina, Pássaro Vivo, aocoral, Mostra Negras Autoras e Casa Poça, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 140 projetos de música até 2020, como Bemti, Fernanda Takai, Lô Borges e Meninos de Araçuaí. 

“O futuro que queremos construir é coletivo. Ele passa por momentos de tensão, mas, com a música, somos capazes de chegar a um lugar comum, respeitando a diversidade. Os artistas, bandas e projetos de fomento à cena selecionados por Natura Musical trazem a mensagem de que o futuro pode ser mais bonito com a música e com o envolvimento de cada um de nós”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding. 

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